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Projeções do futuro

Como será o mundo nos próximos 10 anos? Quais negócios vão deixar

de existir? O que vai surgir? Neste podcast, Oscar Motomura faz uma

reflexão sobre coisas que os líderes devem fazer hoje para lidar com as

ambiguidades do futuro.

Nos próximos 10 anos nós teremos o equivalente, em termos de intensidade, a quantos anos de mudança para trás? Os números vão de 50 a 100 anos – 50 no mínimo, mas tem gente que acha vai além de 100. Ou seja, nos próximos 10 anos (algo que chegará muito rápido) nós teremos, em termos de equivalência, a mudança que aconteceu nos últimos 50 ou 100 anos.

É nesse momento que eu faço um pequeno exercício e digo “pessoal, imagine se em 1945 (é claro que todo mundo já se conecta com o final da Segunda Guerra Mundial) todos nós, pessoas de negócios e não escritores de ficção científica, estamos reunidos, tentando imaginar como mundo será em 2017”. Não é óbvio que nós não teríamos nem chegado perto de visualizar o mundo em 2017? Esta é a situação que nós estamos vivendo hoje. A projeção mais ousada provavelmente vai falhar por ser uma projeção tímida.

Então, a primeira coisa é que, ao lidar com futuro, pensar no futuro (mas pensar para quê?) nós temos que preparar o País para essa realidade diferente que está surgindo e vai surgir em velocidades cada vez maiores. Porque eu tenho que especular sobre o futuro para começar a preparar a organização para esse futuro. Por quê? Porque senão nós não estaremos lá.

É só ver a quantidade de organizações que morreram no caminho. É só olhar nas últimas décadas as empresas que desapareceram completamente. Negócios que desapareceram completamente, produtos que desapareceram completamente, profissões que desapareceram completamente. Então, se nós não queremos estar nessa lista dos que vão desaparecendo, nós temos que ousar refletir sobre futuro. Mas reflexão só não adianta. Nós vamos ter que começar a fazer algo a respeito, por exemplo, criando sistematicamente embriões de novos negócios que vão testar esse futuro.

Como não sabemos que futuro é esse, podemos errar muito, mas temos que estar o tempo todo criando embriões que testarão o futuro de forma prática. Ao mesmo tempo, nós estaremos trabalhando a cultura da organização que ousa fazer coisas concretas não só para o hoje ou para o passado, mas para esse futuro desconhecido que virá.

Ao testar esse futuro continuamente nós verificaremos, em alguns momentos, que o que achamos que era ousado não era muito. De repente podemos achar que tem algo que fizemos e parece que deu certo, e começamos a ficar mais ousados nas nossas projeções e fazer testes mais distantes, digamos assim, em relação a esses embriões. Então, parece que tem alguma coisa que nós podemos começar a fazer hoje para lidar com essa ambiguidade, essas incertezas que estão associadas inexoravelmente quando começamos a pensar no futuro.

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