A mente a nosso serviço
Como impedir que distorções da realidade aconteçam na nossa mente? De qual forma podemos controlar a mente para que ela trabalhe a nosso serviço?

Como é que a gente vai desenvolvendo o nosso próprio modelo mental e as verdades que vão sendo introjetadas dentro do nosso “software”? Às vezes existe um processo de pensamento e do jeito da nossa mente funcionar que pode ser uma coisa meio perversa porque nós vamos criando as coisas na nossa cabeça e às vezes é um veneno que se estabelece. Não deixar os pensamentos chegarem nesse ponto é um negócio extremamente importante. Todos nós sabemos das doenças psicossomáticas: o excesso de preocupação, as preocupações que vão se avolumando na cabeça e de repente, cria-se toda uma química dentro de nós que pode gerar doenças. Parece que nós temos que ser treinados e educados para refletir sobre a nossa própria forma de pensar. Então, na medida que a gente desenvolve essa capacidade de pensar, de refletir sobre como nós mesmos estamos pensando e como a nossa mente está criando, nós começamos a ficar em estado de vigília para que distorções não aconteçam. Nós temos que cuidar desse processo mas para isso precisaremos desenvolver essa capacidade de estar refletindo sobre o nosso próprio jeito de pensar. E aí a gente impede também que essas coisas distorcidas entrem no nosso “software” e façam parte da nossa cultura individual e isso pode levar inclusive a comportamentos equivocados no dia a dia. Isso exige com  que nós estejamos investindo tempo para descobrir como é que a nossa mente funciona. Porque o grande objetivo é fazer com que a nossa mente esteja à nosso serviço. Nós não somos a nossa mente. Nós mesmos somos essa luz e a mente é uma bela ferramenta necessária mas não podemos deixar com que as distorções que acontecem na mente passem a nos controlar. Talvez aqui haja uma sutileza muito importante relacionada a nossa própria evolução da vida.

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