Bem comum
Como transcender a contribuição que podemos dar ao mundo?

Quando a gente começa a falar de ética e de todas as coisas que contribuem para o bem comum, incluindo inclusive todos os seres vivos e até eventualmente seres que estão em outros sistemas. Nós estamos bem orientados e temos um referencial muito bom para as decisões éticas que nós temos que fazer. Isso significa que a nossa sabedoria está ficando cada vez mais refinada, nosso nível de consciência mais elevado. Essa ideia do nível de consciência é a gente sair de uma posição de egoísmo – inclusive coletiva – e começar no dia dia a atuar como um país do bem, um profissional do bem, uma organização do bem, que sai do do egoísmo para a busca do bem comum. E a busca do próprio bem estar da humanidade. A gente até transcender a própria humanidade falar para o bem de todos os seres vivos e aí tudo muda de figura.

Eu estava vendo até um exemplo de um país que pega uma ilha do Pacífico, explode uma bomba nuclear como teste. E aí na ignorância dos efeitos disso no equilíbrio cósmico, por exemplo. Quando a gente fala de equilíbrio cósmico já transcendeu inclusive o bem estar do planeta. Então, a gente não sabe mas vai lá e faz um teste. E para quê? Essas são as coisas non sense que temos ao nosso redor e que a gente precisa botar na mesa e conversar. É o tempo todo está subindo essa visão e o nosso nível de consciência pra que a gente consiga o tempo todo pensar em como fazer o melhor para esse todo. E naquela coisa mais prática de se pensar em estratégias para fazer nossa organização evoluir mas também pensar em estratégias que façam o país todo evoluir ao mesmo tempo. E essa expressão ao mesmo tempo que parece que quando a gente fica persistentemente buscando essa coerência, as pessoas saem do ego, do tipo “endeusando” a sua própria empresa ou a sua própria organização e pensando: “De que forma eu estou também contribuindo como empresa, como organização e como líder para o bem estar do país como um todo?”

Estamos o tempo todo apontando esse paradoxo de que a gente quer o melhor pra nossa organização – e consegue até né ser campeão e ganhar prêmios – e, no entanto, não temos nenhuma conexão com qualquer contribuição que se possa fazer para o bem de todos.

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